terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Nossa poesia. Nossa inspiração. Nosso alento.

A poesia é a arte da linguagem humana, do gênero lírico, que expressa sentimento através do ritmo e da palavra cantada. Seus fins estéticos transformaram a forma usual da fala em recursos formais, através das rimas cadenciadas.
As poesias fazem adoração a alguém ou a algo, mas pode ser contextualizada dentro do gênero satírico também.
Existem três tipos de poesias: as existenciais, que retratam as experiências de vida, a morte, as angústias, a velhice e a solidão; as líricas, que trazem as emoções do autor; e a social, trazendo como temática principal as questões sociais e políticas.
A poesia ganhou um dia específico, sendo este criado em homenagem ao poeta brasileiro Antônio Frederico de Castro Alves (1847-1871), no dia de seu nascimento, 14 de março.

Você já observou que muitos momentos de nossas vidas foram feitos poesias e muitos deles podem se tornar uma?

No dia 14 de Março, vamos levar a poesia para todos os lugares. Participe desse momento, indique quais textos poéticos poderíamos distribuir às pessoas.
Use o espaço de comentários para postar a sua indicação de poesia. Poste aquela que você escolheu para ser divulgada.

*Obs.: Para postar sua poesia, clique em "Olha o bafafa".

8 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  2. William Shakespeare
    Eu aprendi...
    ...que ignorar os fatos não os altera;

    Eu aprendi...
    ...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;

    Eu aprendi...
    ...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;

    Eu aprendi...
    ...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;

    Eu aprendi...
    ...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;

    Eu aprendi...
    ...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.

    Eu aprendi...
    ...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;

    Eu aprendi...
    ...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;

    Eu aprendi...
    ...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;

    Eu aprendi...
    ...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer
    Fernanda Bortoletto

    ResponderExcluir
  3. A VIDA
    Poema lírico-juvenil
    Emile Brontë

    A vida, acredita, não é um sonho
    Tão negro quanto os sábios dizem ser.
    Frequentemente uma manhã cinzenta
    Prenuncia uma tarde agradável e soalhenta.

    Às vezes há nuvens sombrias
    Mas é apenas em certos dias;
    Se a chuvada faz as rosas florir
    Ó porquê lamentar e não sorrir?

    Rapidamente, alegremente
    As soalhentas horas da vida vão passando
    Agradecidamente, animadamente
    Goza-as enquanto vão voando.

    E quando por vezes a Morte aparece
    E consigo o que de Melhor temos desaparece?
    E quando a dor se aprofunda
    E a esperança vencida se afunda?

    Oh, mesmo então a esperança há-de renascer,
    Inconquistável, sem nunca morrer.
    Alegre com a sua asa dourada
    Suficientemente forte para nos fazer sentir bem
    Corajosamente, sem medo de nada
    Enfrenta o dia do julgamento que vem.
    Porque gloriosamente, vitoriosamente
    Pode a coragem o desespero vencer.



    Isabela Maria

    ResponderExcluir
  4. Sorri quando a dor te torturar
    E a saudade atormentar
    Os teus dias tristonhos vazios

    Sorri quando tudo terminar
    Quando nada mais restar
    Do teu sonho encantador

    Sorri quando o sol perder a luz
    E sentires uma cruz
    Nos teus ombros cansados doridos

    Sorri vai mentindo a sua dor
    E ao notar que tu sorris
    Todo mundo irá supor
    Que és feliz



    Charles Chaplin

    ResponderExcluir
  5. ""Angélica""


    Minha vida, meu amor

    Tu, a pureza simbolizas

    És longa de beleza

    Estreita de malícia

    Venha ao final do verão

    Alegrar meu jardim

    Musa, deslumbre ao caminhar

    Pois sua alta classe

    Ressalta sobre as meras folhagens

    Na beira das ruas rastejantes

    Com numerosos primores

    Quando contados de pálida fica rosada

    Espalha encanto à noite

    Após meu dia vislumbrar

    Minha flor confiante

    Adorna meu caminho

    Teu perfume expele paz

    Em tuas pétalas levas minha vida

    Teu pólen me lanças consciência

    Tuas folhagens livram-me

    De meus próprios disparates

    Teu semblante, felicidade

    Tu, maturidade

    Sensatez

    Tuberosa

    Bela, Angélica

    Mais bela das liliáceas

    Que em cada primavera

    Seja minha amada

    Minha confidente

    Presente de Deus

    Dádiva

    Flor

    Angélica, não me abandone

    Quero que me acompanhes

    Para sempre

    E onde eu for

    Quincas de Azevedo

    ResponderExcluir
  6. ""Conduto pacional""


    Ele a olha, cintilante

    O brilho cada vez maior

    Ela, distante

    Por mais que queira subir

    Que sonhe, que chore

    Que caia de angústias

    Ainda entre eles, permanece a imensidão

    Ela, altiva

    Ele, cada vez mais com os pés fixos ao chão

    Ela, indiferente

    Ele, talhado, ludibriado

    Sentindo-se um mísero precito

    Tolo.

    O tempo agreste não guardarás nada para ele

    Nem o brilho, nem esperanças

    E o nevoeiro, mesmo denso, não se transformará em escadas

    Não subirás dessa forma

    Não é assim que se chega aos céus

    Ele deve esquecê-la

    É o melhor que se pode fazer

    Pois ela, estrela

    Ele, mero mortal

    Que em meio tantas populaças tenta ser especial

    Ela, entre tantas reluzentes

    Do alto tem tanto a avistar

    Mas ele, sem brilho a sua volta não desiste

    Tenta se apresentar

    Apenas, somente apenas

    Com o brilho do olhar

    Quincas de Azevedo

    ResponderExcluir
  7. ""Liberdade postulada""


    Em tempos passados

    Numa de minhas vivências

    Nasci numa época onde era escarmento

    Ter cabelos encrespados e uma pele mais escura

    Vivia sofrendo

    As vezes passava ao relento

    Amarrada ao pau central

    De um castigo imoral

    Por querer a dignidade de um filho de Deus

    Da imunda senzala

    Em tempos fria ou escaldante

    Me alimentando de uma lavagem

    Avisto lá fora a pastagem

    Tão verde, tão linda

    Exalando um gostoso perfume

    De mato, terra, e ar puro

    Vejo ao longe uma paca saltitante

    E consigo perceber o seu olhar, brilhante

    Sentindo e abusando

    Da tal liberdade que tanto sonho

    Que tanto ouço falar

    Sou tentação pros meus senhores

    Que não tem nenhum pudor

    Ao dia, sou escrava

    À noite recebo flores para em troca dar "amor"

    É uma lástima ser bela

    Certas horas meus irmãos choravam de tanta dor

    Dor no corpo e na alma

    Dor que não acabava mais

    Só sabíamos o que era dor

    Não sabíamos o que era paz

    Mas meu povo foi feliz

    Fez tudo o que quis

    Sentia a felicidade na sua terra de verdade

    Tinha na alma a bondade

    E o peito era a fortaleza de um coração valente

    Mas meu povo foi "bobo"

    Deixou-se à fogo virar bicho na grade

    Perdeu a vontade

    A identidade

    A tal liberdade, que hoje tanto sonho

    E só ouço falar

    Mas se Deus não for branco ouvirá nossas preces

    E acabarão nossos prantos

    E com certeza um dia hei de conhecer

    Hei de desfrutar dessa tal liberdade

    Que tanto sonho

    Tanto espero

    Que tanto ouço falar

    Quincas de Azevedo

    ResponderExcluir
  8. Espero que gostem e visitem meu blog.
    bjs...

    ResponderExcluir