A poesia é a arte da linguagem humana, do gênero lírico, que expressa sentimento através do ritmo e da palavra cantada. Seus fins estéticos transformaram a forma usual da fala em recursos formais, através das rimas cadenciadas.
As poesias fazem adoração a alguém ou a algo, mas pode ser contextualizada dentro do gênero satírico também.Existem três tipos de poesias: as existenciais, que retratam as experiências de vida, a morte, as angústias, a velhice e a solidão; as líricas, que trazem as emoções do autor; e a social, trazendo como temática principal as questões sociais e políticas.
A poesia ganhou um dia específico, sendo este criado em homenagem ao poeta brasileiro Antônio Frederico de Castro Alves (1847-1871), no dia de seu nascimento, 14 de março.
Você já observou que muitos momentos de nossas vidas foram feitos poesias e muitos deles podem se tornar uma?
No dia 14 de Março, vamos levar a poesia para todos os lugares. Participe desse momento, indique quais textos poéticos poderíamos distribuir às pessoas.
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ResponderExcluirWilliam Shakespeare
ResponderExcluirEu aprendi...
...que ignorar os fatos não os altera;
Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer
Fernanda Bortoletto
A VIDA
ResponderExcluirPoema lírico-juvenil
Emile Brontë
A vida, acredita, não é um sonho
Tão negro quanto os sábios dizem ser.
Frequentemente uma manhã cinzenta
Prenuncia uma tarde agradável e soalhenta.
Às vezes há nuvens sombrias
Mas é apenas em certos dias;
Se a chuvada faz as rosas florir
Ó porquê lamentar e não sorrir?
Rapidamente, alegremente
As soalhentas horas da vida vão passando
Agradecidamente, animadamente
Goza-as enquanto vão voando.
E quando por vezes a Morte aparece
E consigo o que de Melhor temos desaparece?
E quando a dor se aprofunda
E a esperança vencida se afunda?
Oh, mesmo então a esperança há-de renascer,
Inconquistável, sem nunca morrer.
Alegre com a sua asa dourada
Suficientemente forte para nos fazer sentir bem
Corajosamente, sem medo de nada
Enfrenta o dia do julgamento que vem.
Porque gloriosamente, vitoriosamente
Pode a coragem o desespero vencer.
Isabela Maria
Sorri quando a dor te torturar
ResponderExcluirE a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios
Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos
Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz
Charles Chaplin
""Angélica""
ResponderExcluirMinha vida, meu amor
Tu, a pureza simbolizas
És longa de beleza
Estreita de malícia
Venha ao final do verão
Alegrar meu jardim
Musa, deslumbre ao caminhar
Pois sua alta classe
Ressalta sobre as meras folhagens
Na beira das ruas rastejantes
Com numerosos primores
Quando contados de pálida fica rosada
Espalha encanto à noite
Após meu dia vislumbrar
Minha flor confiante
Adorna meu caminho
Teu perfume expele paz
Em tuas pétalas levas minha vida
Teu pólen me lanças consciência
Tuas folhagens livram-me
De meus próprios disparates
Teu semblante, felicidade
Tu, maturidade
Sensatez
Tuberosa
Bela, Angélica
Mais bela das liliáceas
Que em cada primavera
Seja minha amada
Minha confidente
Presente de Deus
Dádiva
Flor
Angélica, não me abandone
Quero que me acompanhes
Para sempre
E onde eu for
Quincas de Azevedo
""Conduto pacional""
ResponderExcluirEle a olha, cintilante
O brilho cada vez maior
Ela, distante
Por mais que queira subir
Que sonhe, que chore
Que caia de angústias
Ainda entre eles, permanece a imensidão
Ela, altiva
Ele, cada vez mais com os pés fixos ao chão
Ela, indiferente
Ele, talhado, ludibriado
Sentindo-se um mísero precito
Tolo.
O tempo agreste não guardarás nada para ele
Nem o brilho, nem esperanças
E o nevoeiro, mesmo denso, não se transformará em escadas
Não subirás dessa forma
Não é assim que se chega aos céus
Ele deve esquecê-la
É o melhor que se pode fazer
Pois ela, estrela
Ele, mero mortal
Que em meio tantas populaças tenta ser especial
Ela, entre tantas reluzentes
Do alto tem tanto a avistar
Mas ele, sem brilho a sua volta não desiste
Tenta se apresentar
Apenas, somente apenas
Com o brilho do olhar
Quincas de Azevedo
""Liberdade postulada""
ResponderExcluirEm tempos passados
Numa de minhas vivências
Nasci numa época onde era escarmento
Ter cabelos encrespados e uma pele mais escura
Vivia sofrendo
As vezes passava ao relento
Amarrada ao pau central
De um castigo imoral
Por querer a dignidade de um filho de Deus
Da imunda senzala
Em tempos fria ou escaldante
Me alimentando de uma lavagem
Avisto lá fora a pastagem
Tão verde, tão linda
Exalando um gostoso perfume
De mato, terra, e ar puro
Vejo ao longe uma paca saltitante
E consigo perceber o seu olhar, brilhante
Sentindo e abusando
Da tal liberdade que tanto sonho
Que tanto ouço falar
Sou tentação pros meus senhores
Que não tem nenhum pudor
Ao dia, sou escrava
À noite recebo flores para em troca dar "amor"
É uma lástima ser bela
Certas horas meus irmãos choravam de tanta dor
Dor no corpo e na alma
Dor que não acabava mais
Só sabíamos o que era dor
Não sabíamos o que era paz
Mas meu povo foi feliz
Fez tudo o que quis
Sentia a felicidade na sua terra de verdade
Tinha na alma a bondade
E o peito era a fortaleza de um coração valente
Mas meu povo foi "bobo"
Deixou-se à fogo virar bicho na grade
Perdeu a vontade
A identidade
A tal liberdade, que hoje tanto sonho
E só ouço falar
Mas se Deus não for branco ouvirá nossas preces
E acabarão nossos prantos
E com certeza um dia hei de conhecer
Hei de desfrutar dessa tal liberdade
Que tanto sonho
Tanto espero
Que tanto ouço falar
Quincas de Azevedo
Espero que gostem e visitem meu blog.
ResponderExcluirbjs...